Trajetória da Educação do Campo no Brasil: o papel dos movimentos sociais na construção das políticas de Educação do Campo
DOI:
https://doi.org/10.48178/intersecao.v9i1.754Resumo
RESUMO: O presente artigo tem como foco de análise e discussão a trajetória da educação do campo no contexto da realidade brasileira, buscando compreender como esse campo disciplinar de estudo tem se constituído no país. Emerge de um estudo bibliográfico Molina (2004), Caldart (2004), Munarim (2006), Hage (2014), dentre outros, e documental, Resolução nº 2, de 28 de abril de 2008 etc. Na análise documental e bibliográfica percebeu-se que as políticas públicas de educação do campo é fruto das mobilizações dos movimentos sociais do campo, com destaque para o Movimento Sem Terra (MST) que vem desde os meados dos anos de 1990, propondo uma política de educação que busque respeitar e valorizar o território e seus respectivos sujeitos.
PALAVRAS-CHAVE: Movimentos sociais. Educação do campo. Sujeitos do campo.
ABSTRACT: This article focuses on the analysis and discussion of the trajectory of rural education within the context of Brazilian reality, seeking to understand how this disciplinary field of study has been constituted in the country. It emerges from a bibliographic study (Molina, 2004; Caldart, 2004; Munarim, 2006; Hage, 2014, among others) and a documentary study (Resolution No. 2, of April 28, 2008, etc.). The documentary and bibliographic analysis revealed that public policies for rural education are the result of mobilizations by rural social movements, particularly the Landless Workers' Movement (MST), which, since the mid-1990s, has been proposing an education policy that seeks to respect and value the territory and its respective inhabitants.
KEYWORDS: Social movements. Rural education. Rural subjects.
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