Sistemas de preparo do solo e velocidades de semeadura na resistência à penetração, distribuição logitudinal e produtividade de milho safrinha
DOI:
https://doi.org/10.48180/ambientale.v18i1.689Palabras clave:
Zea mays L., Manejo do solo., Plantio direto., Uniformidade.Resumen
A cultura do milho é dependente de práticas de manejo do solo a fim de permitir um ambiente adequado ao desenvolvimento do sistema radicular e da parte aérea, sobretudo em períodos de menor disponibilidade hídrica. Associado a isso, necessita bons estande de plantas e estabelecimento da lavoura, quando se tem regularidade na distribuição de sementes pela semeadora em velocidades recomendadas. O objetivo deste estudo foi avaliar a resistência mecânica do solo à penetração (RP), como indicador de qualidade físico-hídrica, e a distribuição longitudinal, crescimento e produtividade do milho em sistemas de preparo do solo e velocidades de semeadura. Utilizou-se o delineamento em blocos casualizados em esquema de parcelas subdivididas, sendo as parcelas constituídas pelo plantio direto, preparo reduzido e preparo do solo convencional e duas velocidades de semeadura com quatro repetições. Três e vinte e quatro semanas após o preparo do solo, em cada parcela experimental, avaliou-se a RP com penetrômetro eletrônico de campo, até 0,30 m de profundidade e, simultaneamente, amostras deformadas de solo foram coletadas para a caracterização da umidade. Por ocasião da colheita do milho, avaliou-se a distribuição longitudinal destas por meio dos espaçamentos normal e falho, o estande e a altura de plantas, a altura de inserção da primeira espiga e o diâmetro do colmo, bem como a massa de cem grãos e a produtividade de grãos. Para tanto, tais determinações foram realizadas em duas linhas centrais em 5 metros (9 m2), onde coletou-se manualmente todas as espigas que, posteriormente, forma debulhadas e os grãos utilizados para a determinação da produtividade e massa de cem grãos. Os dados foram submetidos à ANOVA, e quando significativos pelo teste F, foram comparados pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade. O preparo do solo convencional manteve menores valores de RP durante o ciclo da cultura, e a possível melhoria das condições físico-hídricas resultou em maior crescimento de plantas de milho e produtividade de grãos. A velocidade de semeadura não interferiu na distribuição longitudinal e estande de plantas, bem como no crescimento e produtividade de grãos.
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