ANCESTRALIDADE E VIVÊNCIAS TENETEHARA
O ensino de Química na Aldeia Ponta d´água, Terra Indígena Araribóia, Grajaú-MA
DOI:
https://doi.org/10.48017/rc.v5i1.867Palavras-chave:
Aldeia Ponta D´água; Ensino de Química; Escola Indígena WeWe WeWe; Maranhão.Resumo
O presente trabalho teve como objetivo descrever práticas de ensino de Química na Escola Indígena WeWe WeWe da Aldeia Ponta D’água, Terra Indígena Araribóia, Grajaú- MA. Apresentando a dinâmica (práticas curriculares, material didático, dentre outros) acerca do ensino de Química, 1o ao 3o ano do Ensino Médio, vivenciado na escola pesquisada. E, identificar a percepção dos alunos desta Escola Indígena sobre o ensino de Química vivenciado. A metodologia do trabalho consistiu em uma pesquisa do tipo etnográfico de natureza qualitativa, como instrumentos de coleta de dados foram utilizados a observação, a entrevista e o questionário. Os resultados apontaram para a necessidade de articulação entre os saberes indígenas Tenetehara e o conhecimento acadêmico, atrelados ao ensino de Química, em uma perspectiva de educação específica, diferenciada e intercultural. Como também, a necessidade da inserção de práticas laboratoriais na área de Química na Escola Indígena WeWe WeWe, de forma a criar um maior diálogo entre o saber ancestral, tradicional e a ciência moderna.
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