EXPERIÊNCIAS DOS POVOS INDÍGENAS NO BRASIL DIANTE DAS EPIDEMIAS DE DOENÇAS CONTAGIOSAS
uma Análise Histórica, Social e Secular a partir dos Relatórios do CIMI de 2020
DOI:
https://doi.org/10.48017/rc.v4i1.657Palavras-chave:
Saúde Indígena. Conselho Indigenista Missionário. Organização Pan-Americana da Saúde.Resumo
O objetivo deste artigo é analisar os problemas de saúde enfrentados pelos povos indígenas no ano de 2020, compreendendo como essas questões estão relacionadas à violência, resultante da omissão do poder público e das desigualdades estruturais no acesso à assistência médica. Com base no referencial da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) indenticaremos a violência como um problema de caráter social, que afeta profundamente os povos indígenas incorporando seu reconhecimento como um determinante social crítico da saúde na região. Para isso, tomaremos como base os dados presentes nos relatórios do Conselho Indigenista Missionário (CIMI), publicado pela primeira vez em 1996, que é um importante instrumento de denúncia dessas violações. Esses indicadores ajudam a entender uma realidade marcada por vulnerabilidades estruturais e desigualdades históricas, quando cruzamos as informações com a historiografia especializada. Metodologicamente, a pesquisa adotará uma abordagem mista, combinando dados quantitativos e qualitativos. A análise se baseará na leitura dos relatórios do CIMI, que servem como fontes documentais essenciais, oferecendo dados detalhados e análises qualitativas sobre as condições de saúde e qualidade de vida das comunidades indígenas.
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