Entre Fronteiras e Direitos:

Desafios Estruturais e a Luta por Reexistência na Escola Tupinambá

Autores

  • Marleide Mateus de Jesus IfBaiano
  • Liliane Cunha de Souza
  • Liliane Cunha de Souza
  • Cristina Helena Bruno

DOI:

https://doi.org/10.48017/rc.v5i1.800

Palavras-chave:

Identidade étnica

Resumo

Este artigo parte da experiência docente em uma escola indígena Tupinambá para refletir sobre os desafios que vão além da sala de aula, articulando as dificuldades pedagógicas com as violações estruturais de direitos básicos. A partir de um relato de experiência e do diálogo com a teoria antropológica de Silva (2005), analisa-se como a precariedade do transporte, o acesso precário à saúde e a ausência de políticas públicas específicas impactam diretamente o processo de identificação étnica e a perenidade cultural. Conclui-se que a escola indígena, mais que um espaço de ensino, é um território de resistência onde a luta por uma educação diferenciada se confunde com a luta por cidadania e justiça social.

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Publicado

2026-10-22

Como Citar

Mateus de Jesus, M., Cunha de Souza, L., Cunha de Souza, L., & Helena Bruno, C. (2026). Entre Fronteiras e Direitos: : Desafios Estruturais e a Luta por Reexistência na Escola Tupinambá. Revista De Estudos Indigenas De Alagoas - Campiô, 5(1), 120–123. https://doi.org/10.48017/rc.v5i1.800